quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Na berlinda
O jeito exaltado do ministro do Trabalho, Carlos Luppi, durante a sessão na Câmara dos Deputados para esclarecer denúncias no ministério do Trabalho serviu de prato cheio para os oposicionistas. Em cada frase pronunciada para se defender era interpelado pelos parlamentares para explicar novamente suas declarações. Ao final todos ficaram convencidos de que algo de estranho aconteceu no ministério.


De volta
Com a volta do prefeito Emidio da viagem internacional, neste final de semana, os partidos da base aliada dogoverno pretendem organizar uma reunião para tratar juntamente com o líder como se dará participação de cada legenda na governabilidade da administração municipal. Ao que tudo indica Emidio não pretende fazer qualquer represália aos partidos que permitiram que vereadores trocassem de legenda visando um maior espaço e, consequentemente, melhores chances de reeleição.

Incerteza
Ainda é incerta a situação de vários vereadores que mudaram de partido no final do mês de setembro. As legendas as quais pertenciam exigem o mandato de volta, e a lei confere esse direito aos partidos. Estão tranquilos aqueles que se filiaram no PSD recém criado. Haverá desdobramentos e muitos eleitos terão que desocupar a vaga por período indeterminado. Em Osasco, pelo menos, dois vereadores tem problemas. 

Opiniões
Em declaração feita no suplemento Sabatina, publicado no site (joãopaulo.org.br) o deputado João Paulo Cunha (PT) e pré-candidato a prefeito de Osasco, comenta sobre seus prováveis adversários no pleito de 2012. Sobre Osvaldo Vergínio (PSD) ele disse que: “Osasco não tem tradição de votar em alguém que não represente um grupo. A população vai querer saber quem é a equipe do Osvaldo Vergínio, de onde ele vem, qual é o passado dele”. Já sobre o ex-prefeito Celso Giglio (PSDB) a declaração foi mais concisa: “O Doutor Celso todo mundo conhece”.

Prejuízo
Com a aproximação do final do ano, políticos da esfera municipal se apressam para definir estratégias para o próximo ano, que é eleitoral. Alguns pré-candidatos, que exercem cargos públicos já conferem os bolsos para ver quanto tempo suportarão sem salários, uma vez que terão que se desincompatibilizar de suas funções a partir do segundo trimestre, ou seja, no início de abril. No caso de secretários municipais, o prazo é de 160 dias antes das eleições.

APELO
Em reunião com a bancada de deputados federais do PT, o ministro Fernando Haddad fez um apelo para que não haja prévias para a indicação do candidato a prefeitura de São Paulo. Haddad acha que será melhor para o partido que haja um consenso. Seus dois principais obstáculos devem ser os deputados Carlos Zarattini e Jilmar Tatto, que também tem o desejo de entrar na disputa.

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