quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Infidelidade
Muitos vereadores, que trocaram de partido recentemente para tentar garantir a reeleição, estão de cabelos em pé, contando que suas ex-legendas não requeiram o mandato de volta, como prevê a lei de infidelidade partidária. Poucos sabem que não é só o antigo partido que pode requerer tal demanda, mas uma das atribuições do Ministério Público Eleitoral é garantir que o vereador apresente demonstração de efetiva e justa causa para deixar sua legenda.

llEm Casa
Em retorno da viagem internacional à Ásia, o prefeito Emidio de Souza retoma a contagem regressiva para a execução do Projeto Osasco 50 anos. A contar do dia de hoje, faltam 92 dias para a grande festa do cinqüentenário da cidade, marcado para 19 de fevereiro de 2012. 

llCaminho livre
Iluminado por Lula e a presidente Dilma Rousseff, o ministro da Educação Fernando Haddad vai abrindo o caminho e pavimentando sua candidatura a prefeito de São Paulo. Saltou os correligionários Marta e Eduardo Suplicy e, de quebra, jogou um balde de água fria nas pretensões dos deputados Jilmar Tatto e Carlos Zaratini. Com todo esse movimento desenfreado, Haddad conseguiu eliminar as prévias dentro do PT, artifício que tomava conta do partido, inclusive classificando-a como a mais democrática das legendas políticas.

llInversão
Enquanto no PT parece estar tudo definido, o PSDB paulistano marcou para o dia 28 de novembro o primeiro debate entre os pré-candidatos à sucessão do prefeito Gilberto Kassab (PSD). A sigla conta hoje com quatro nomes na disputa interna pela candidatura: os secretários Andrea Matarazzo (Cultura), Bruno Covas (Meio Ambiente) e José Aníbal (Energia), além do deputado Ricardo Trípoli.

llPlanejamento
Julio Semeghini, presidente do PSDB paulistano, vai assumir a Secretaria de Estado de Planejamento em substituição a Emanuel Fernandes, que pediu para deixar a pasta e retomará seu mandato na Câmara dos Deputados. A mudança foi definida ontem, 17, em reunião da qual ambos participaram com Geraldo Alckmin no Palácio dos Bandeirantes.

llLuppi cai
Nas próximas horas pode cair mais um ministro do governo de Dilma Rousseff. Desta vez será o do Trabalho, Carlos Luppi (PDT), que já foi inclusive abandonado por seu partido que preferiu adotar a estratégia de procurar outro nome para indicar, para não perder a vaga. Dilma pode tomar a decisão a qualquer momento. (Pode já ter até acontecido, durante o fechamento desta coluna).

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