quinta-feira, 10 de março de 2011

Estudos do PV
O diretório municipal do Partido Verde (PV) de Osasco realiza nesta sexta-feira, 11, na Câmara Municipal da cidade, o primeiro Ciclo de Formação Política. Na abertura dos trabalhos o palestrante será Ricardo Young, empresário e integrante do Conselho Administrativo do Instituto Ethos, que tem como missão mobilizar e ajudar empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável. O encontro, com início previsto  às 18 horas, será conduzido pelo presidente do diretório, jornalista Carlos Marx.

Mais apoio
Ao concluir sua reforma administrativa nesta semana, o prefeito Emidio mexeu também no tabuleiro de xadrez político da cidade. Aproveitou a oportunidade e agregou mais um partido ao rol dos participantes da aliança que envolve o seu governo. Deu posse à integrante do PDT, Gleides Sodré, na coordenadoria de Relações Internacionais.

Agrega
Nas eleições municipais de 2008, o PDT lançou candidato próprio a prefeito e, consequentemente, assumiu postura adversa ao candidato reeleito, Emidio de Souza (PT). Naquele momento, juntamente com o PT, formou-se uma aliança de 13 partidos políticos em torno do nome de Emidio, o que possibilitou que o pleito tivesse apenas um turno.

Funde não funde
De acordo com pesquisa realizada pelo jornal Folha de São Paulo, a maioria dos deputados e senadores do PSB apoia a fusão do partido com a nova legenda que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, pretende criar.  29 dos 32 parlamentares consultados defendem a fusão rápida ou veem com simpatia a ideia. Apenas três são contrários. 

Os pró
Como argumento de apoio à fusão está o fato de que a articulação fortalecerá o PSB e dará mais condições para que o presidente nacional da sigla, o governador Eduardo Campos (PE), dispute a presidência da República.

Os contra
A diferença de identidade entre Kassab, hoje em um partido de direita (DEM), e o PSB, um partido com ideais socialistas, é a principal preocupação dos três parlamentares que são contra a fusão. A ex-prefeita de São Paulo Luiza Erundina ameaça, inclusive, deixar o partido caso a ideia se concretize. Erundina ressalva que nem foi procurada por Campos e diz também que nem sempre o crescimento é positivo. "Cresce, mas cresce inchando. O inchaço é doença e doença mata”, segundo a deputada.

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