TINHA DESISTE E APOIA CORRELIGIONÁRIOS
O presidente Estadual do PHS, Tinha de Ferreira, afirmou que desistirá de sua candidatura a vereador em Osasco, para apoiar os candidatos de seu partido na cidade. Entre eles, está Rogério Lins (foto), que é um dos mais cotados na coligação proporcional (PHS, PSB, PCdoB e PRB) para conquistar novamente uma vaga no legislativo osasquense. O PHS foi o último partido a selar definitivamente seu apoio à candidatura de João Paulo Cunha (PT) a prefeito. Nos bastidores políticos havia comentários de que o PSDB desejava muito a legenda como aliada.
João Paulo Cunha disse nesta semana que a todo o momento seu grupo político aguardou a desistência dos candidatos a prefeito do PSD, PTB e PMN, para que esses compusessem aliança com o Partido dos Trabalhadores. Segundo Cunha, no caso do PSD, com o vereador Osvaldo Vergínio, a aproximação seria natural já que o parlamentar faz parte da base do governo do prefeito Emidio e tem sido um grande aliado dos projetos do PT.
QUADRO DEFINIDO
Até o fechamento desta coluna, haviam entrado com pedido de registro de candidatura a prefeito de Osasco os seguintes nomes com as respectivas coligações: Alexandre Castilho (Psol - PSTU - PCB), Pastor Reinaldo Mota (PMN), Délbio Teruel (PTB), Osvaldo Verginio (PSD), Celso Giglio (PSDB - PPS) e João Paulo Cunha (PT – PSL, PV-DEM, PSC – PR – PPL –PP, PHS – PSB – PRB – PC do B, PDT – PRP, PMDB – PSDC, PRTB – PT do B – PTC - PTN).
PARTICIPAR
Os partidos políticos e coligações tiveram até ontem, 5, para apresentar no cartório eleitoral os pedidos de registro de seus candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador nas Eleições 2012, de acordo com a legislação eleitoral. Portanto, desde ontem, os nomes de todos aqueles que tenham solicitado registro de candidatura deverão constar das pesquisas eleitorais, realizadas com a apresentação da relação de candidatos ao entrevistado.
E NÃO PARTICIPAR
A partir deste sábado, 7, todos os candidatos a prefeito na eleição deste ano estão proibidos pela Justiça de comparecer a inaugurações de obras e contratar shows artísticos com recursos públicos, sob o risco de terem suas candidaturas canceladas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Aproveitando o tempo legal restante, alguns prefeitos que tentam se reeleger utilizaram a última semana antes da campanha para inaugurar diversas obras.
Voto aberto
Os líderes das duas maiores bancadas da Câmara dos Deputados, Jilmar Tatto (PT) e Henrique Eduardo Alves (PMDB), disseram nesta semana, que não acreditam na urgência para a tramitação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que estabelece o fim do voto secreto para as cassações de mandato de deputados federais e senadores. O Senado já aprovou o voto aberto para esse tipo de votação, mas para a medida entrar em vigor precisa ser aprovada em dois turnos pela Câmara.
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