quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Reação 1
O coordenador da Macrorregião do PT, Valdir Roque, rebateu nesta semana a alegação do pré-candidato a prefeito pelo PMN em Osasco, pastor Reinaldo Mota, de que os eleitores evangélicos do município serão decisivos nas eleições municipais. Valdir disse: “ele fez afirmações que julgo equivocadas. Ele destaca que um dos trunfos para sua candidatura é o fato de que cerca de 30% da população osasquense ser formada por evangélicos. Trata-se de um número, sem dúvida, significativo. É uma grande parcela da população que merece muito respeito.

Reação 2
Valdir Roque disse mais: No entanto, em um hipotético governo deste pré-candidato a prefeito, pergunto: e os adeptos de outras religiões, como os católicos, como ficariam em um governo de um homem que, ao invés de expor projetos para a cidade, contabiliza o número de adeptos de sua religião? Pelas declarações do pastor pré-candidato, a ideia é que todos os evangélicos votem nele. 

AUMENTO DE VAGAS
Vários presidentes de partidos de Osasco estiveram reunidos na quarta-feira, para discutir sobre o aumento das cadeiras do legislativo. As legendas se manifestaram a favor de que o número de vagas seja 27. No entanto, no encontro também, ficou definido que os partidos que tem representatividade no legislativo, ou seja, farão gestões junto a estes parlamentares e ainda tentarão agendamento com o prefeito Emidio para informá-lo sobre o pleito

DECISÃO
Representantes dessas legendas entendem que não se trata mais de uma decisão política e sim jurídica, uma vez que a justiça já autorizou o aumento de vagas. O sucesso do pleito será alcançado se a medida for aprovada pelo plenário do legislativo até meados de junho.

DESEJOS
Gilberto Kassab começa a demonstrar o que realmente quer. Articuladores envolvidos na pré-campanha de Fernando Haddad têm um palpite sobre as intenções do prefeito de São Paulo com o PT. Prestes a ficar sem mandato, Kassab estaria de olho num ministério do governo Dilma Rousseff em 2013. Com isso, ele formalizaria a adesão do PSD à bancada governista e garantiria visibilidade para disputar o governo de São Paulo em 2014. 

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