sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Na lista
Até o momento pelo menos três nomes são os que mais aparecem nas listas de prováveis vices de João Paulo: Toniolo, doutor Lindoso e José Amando Mota. No entanto, parece que surge no horizonte um quarto nome que pode atropelar os outros concorrentes. Sabe-se apenas que ele está filiado no PTB.

Novamente
O ex-vereador Délbio Teruel publicou entrevista nesta semana, em que se apresenta como pré-candidato a prefeito de Osasco. Délbio, que hoje, atua como empresário na cidade está filiado no PTB e afirma que tem o apoio do líder Campos Machado para a sua empreitada. Caso se consolide a vontade de Délbio, será a terceira vez que ele aparece no processo eleitoral da cidade formando chapa majoritária. Em 2004, foi vice de Celso Giglio e em 2008, tentou a prefeitura pelo PDT.

PMN também
O PMN de Osasco confirmou nesta semana que estará na briga pela prefeitura da cidade. Em cerimônia que reuniu cerca de 500 evangélicos oficializou a pré-candidatura do pastor Reinaldo Mota. Formado em Ciências Sociais e História, o religioso é fundador da Casa Gospel e como propostas para governar Osasco, pretende aproveitar os discursos da ex-candidata a presidente da República, Marina Silva (PV). Mota afirma que irá contar com os votos dos evangélicos de Osasco, que, segundo ele, atingem 30% da população.

PODE PRESCREVER
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e também ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, disse nesta semana que é possível que haja prescrição em vários crimes para muitos dos 38 réus na ação penal do mensalão. O Ministro é revisor do relator, ministro Joaquim Barbosa  no caso e disse que vai analisar  minuciosamente o processo, porque não se pode condenar alguém sem provas, o que seria uma “leviandade”.

Privataria
Livro de autoria do jornalista Amaury Ribeiro Jr, que chegou à praça no fim de semana, acusa o ex-governador José Serra de receber propinas de empresários que participaram das privatizações conduzidas pelo governo Fernando Henrique Cardoso. O livro sustenta que amigos e parentes de Serra mantiveram empresas em paraísos fiscais e as usaram para movimentar milhões de dólares entre 1993 e 2003. No entanto, o autor não oferece nenhuma prova.

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